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versão de 12/2009:
 versão de 12/2012:

    A estrela de doze pontas representa o Dodekatheon (Doze Deuses) do Olimpo. A figura central trata-se das letras alfa e omega, uma lembrança de Zeus como mestre do Olimpo, uma vez que Orfeu se referia a ele como o alfa e o omega, o princípio e o fim de tudo. A cor da estrela é para lembrarmos com saudade da Idade do Ouro, época em que convivíamos com os Deuses, igualmente imortais e sem preocupações, onde tudo viscejava e éramos felizes. E a coroa de ramos de oliva lembra que nossa religião era essencialmente ateniense, ou seja, baseada na pólis de Atenas, cidade a quem a deusa Atena presenteou com a oliveira.

    Apesar da comum associação judaico-cristã, o alfa-e-omega vem de mistérios pagãos anteriores. O próprio omega é mais antigo que a Hélade, ele era símbolo da deusa babilônica Ishtar e depois da deusa egípcia Hathor, representando uma veste de cabeça feminina. Já o alfa vinha da veste de cabeça com chifres de boi que apareciam em deidades masculinas e reis divinos. Plutarco, em Moralia, afirma que alfa era o nome fenício para touro, considerado uma das primeiras necessidades, então por isso a letra alfa seria a primeira do alfabeto. Para ele, o alfa estaria ligado à lua, por causa da forma crescente que lembra chifres.

    O alfa-e-omega também está presente no greco-romano IAO, um dos nomes sagrados de Dionísio, o deus de quem se espera a liberação das almas. Os caldeus chamavam-no de 'Iao' na língua fenícia. Dionísio, Iaco, Iao, Io! Nos Papiros Mágicos Gregos (V. 26-27), fala-se que o IAO (iota-alfa-omega) é a Terra, o Ar e o Céu.

    E, além de tudo, nosso logo tem as cores do Brasil.


* Imagem composta por Alexandra Nikaios, exclusivamente para este site. A versão para 2013 foi refeita pelo Duggan Chthonio.*