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Mnemosine

Hino Órfico 76 - A Mnemosine, fumigação de olíbano
Invoco a consorte de Zeus divino, fonte das nove sagradas 
Musas de voz doce, livre do vazio da mente em queda, a quem a alma se junta no intelecto. 
A ti pertencem o aumento da razão e o pensamento, poderosa, agradável, vigilante e forte. 
A ti devemos o acordar do descanso letárgico em que todos os pensamentos estão mergulhados no peito
e, sem esquecer, vigorosamente excitas o olho mental do vazio da noite negra. 
Vem, poder abençoado, acorda as memórias dos ritos sagrados nos teus iniciados e quebra os males de Lethe.
(por Miguel, do Portus Kale)

Hino Órfico 76 - A Mnemosine, com fumigação de olíbano
Chamo a consorte de Zeus divino, fonte das sagradas Nove [Musas] de doce voz; 
liberta-nos do vazio da mente em queda; tu, por quem a alma se junta ao intelecto - 
o aumento da razão e o pensamento a ti pertencem; toda-poderosa, agradável, vigilante e forte! 
A ti devemos o despertar do letárgico repouso no qual os pensamentos se depositam dentro do peito, 
e vigorosamente excitas o olho da mente a sair da escuridão do esquecimento.
Venha, abençoado poder, a memória de teus místicos desperta aos ritos sagrados, 
e detém os grilhões do Lethe [Esquecimento].
(por Alexandra Nikaios, a partir do inglês de Thomas Taylor)


Hino Órfico 77: Memória [Mnemosine] - 
Fumigação: Olíbano
Memória eu chamo, a consorte de Zeus, soberana
que engendrou as Musas, divinas sagradas claras cantoras,
longe sempre do terrível Oblívio demente [Lete]
conservas a inteligência que em almas mortais convive,
bem poderosa forte elevas a razão humana,
dulcíssima vigilante recordando os pensamentos
que cada um sempre deposita no peito,
sem descaminhos despertando a mente em todos.
Vem, venturosa deusa, nos iniciados a memória dos mistérios
despertas, sacratíssimo rito: o oblívio expedes para longe!
(Tradução de Rafael Brunhara a partir do grego)

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