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Asclépio

Hino Homérico XVI - A Asclépio
Médico de doenças Asclépio começo a cantar,
filho de Apolo, que divina Koronis engendrou
na Dótia planície, a filha do Rei Flégias.
Grande alegria para os homens, de males dolentes apaziguador.
Salve, tu também, soberano: suplico a ti com o canto.
(tradução de Rafael Brunhara)

Hino Homérico XVI - A Asclépio
Começo a cantar para Asclépio, filho de Apolo e curador das doenças. Nos prados de Dotian da justa Coronis, a filha do Rei Flégias, te deu a luz, uma grande alegria aos homens, um alívio para as cruéis dores e aflições. E então te saúdo, deus: na minha canção eu faço uma prece a ti!
(tradução da Alexandra)

Peã Eritreu a Asclépio
Cantai, jovens, o peã famoso por sua perícia, filho de Leto, deus que atira longe -iê Peã!-,
Que gerou grande alegria aos mortais unindo-se em amor com Corônis na terra de Flégias-iê Peã!-, Asclépio, famosíssima divindade-iê Peã!
De quem por sua vez foram gerados Mácaon,Podalírio e Íaso-iê Peã !-, e Aigla de belos olhos e Panacéia, filhas de Epione, com a pura Higiéia de vasta fama-iê Peaã!-, Asclépio famosíssima divindade-iê Peã !-,
Eu te saúdo: Vem com indulgência à nossa cidade com o seu amplo local de dança –iê Peã!-, concede que vejamos felizes a estimada luz do sol com a pura Higiéia de vasta fama –iê Peã !-, Asclépio, famosíssima divindade –iê Peã !
(Furley-Bremer, 2001, vol.2,161s, tradução de José M.Macedo, enviada por Antonio)

Peã Matinal a Asclépio

Acorda, Peã Asclépio, senhor dos povos, filho de terno coração do rebento de Leto e da augusta Corônis. Sacode o sono dos teus olhos, escuta a prece dos teus devotos, que em júbilo suplicam, ó Asclépio de terno coração, pela tua força primeira: a saúde. Acorda e, com prazer, dá ouvidos a teu hino, ó Peã!
(Hino matinal a Asclépio, contido na mesma lápide (hoje em Kassel Alemanha) na qual se acha inscrito o peã a Higiéia de Arífron. Trata-se aqui de uma prece matutina - talvez a primeira do dia - na qual se roga ao deus que desperte e dê atenção ao canto dos fiéis. De Dittenberger e Kaibel IG III.1,171 (1878) - Epigrammata Graeca, 1027(1878). Tradução José.M.Macedo. Enviado por Antonio.)

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