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Um Sacrifício Neoclássico

Ta Hiera
Sacra

 Diretrizes de uma Celebração Ritual

por Apollonius Sophistes © 1994

tradução e adaptação: Alexandra Nikaios, 2003


Ritual

 

i. Propósito:

O sacrifício (Gr. ta hierá, hê thusía, Lat. sacra) é uma refeição pública; através dela, Deuses e mortais são ligados pelos laços de uma hospitaleira amizade.

[1] Platão diz, "a única preocupação de cada rito de sacrifício e adivinhação - que são, por assim dizer, os meios de comunhão entre Deuses e mortais - é tanto a preservação quanto a reparação do Amor."[2]

 

ij. Trajes:

Lave-se e vista-se em limpas vestes, tipicamente uma desencilhada khitôn (túnica) branca, púrpura, ou branca com bordas púpuras. Adornos festivos são apropriados, incluindo uma fita de lã branca (Lat. infula, Gr. mítra) ou uma guirlanda/grinalda (Gr. stephanos, Lat. corona) tecida de galhos ou trançados de flores, particularmente aquelas consagradas ao Deus). A limpeza é crucial; banhar-se em água corrente é melhor.[3]

 

iij. Atitude:

Durante o ritual, fique de pé com a cabeça despida (estilo Grego).[4] (Para o estilo Romano, o Sacerdote trabalha com a cabeça coberta: capite celato.[5]) Em geral, a atitude do adorador deve ser de confiança e não de humilhação ou medo.[6] Em tempos de extrema necessidade, é apropriado segurar os pés da imagem divina.[7]

 

iv. A Oferta de Sacrifício:

A oferta de sacrifício (Gr. hiereíon, Lat. sacrificium) deve ser perfeita e não ter máculas; o branco é o melhor para os Deuses Olimpianos; ela também pode ser decorado com grinaldas, fitas brancas e coisas semelhantes.[8]

Na prática moderna, a oferta de sacrifício é normalmente carne, fruta, flores, grão, vegetais ou bolos/tortas (talvez na forma de animal sagrado para os Deuses aos quais o sacrifício é feito). Isso é especialmente apropriado para retribuir uma lembrança do que o Deus nos tem dado. Fruta ou flores são normalmente acompanhadas por incenso, queimado em um incensório ou no altar.[9] Na Grécia moderna, velas tem normalmente sido usadas no lugar de carne. Hoje em dia, é geralmente inapropriado sacrificar um animal vivo; mesmo nos tempos antigos, Empédocles, Varro, Sêneca e outros argumentaram que os Deuses não exigem sacrifício-de-sangue.[10]

 

v. O Altar:

O altar (Gr., bômós, Lat. ara) pode ser uma mesa de pedra ou de tijolos, um suporte com uma pilha de pedras, um torrão de grama (com terra e raízes) cortado para a ocasião, ou simplesmente um amontoado dos resíduos de sacrifícios anteriores. Ele pode ser de poucos centímetros até a vários metros de altura; ele pode ter degraus se for muito alto. O altar deve dispor de uma lareira (normalmente de metal) para o fogo sagrado. O altar não deve ser movido uma vez que foi usado.[11]

 

vi. O Santuário:

O santuário (Gr., temenos, Lat. templum) é normalmente definido por um muro de pedra, embora isso não seja necessário. O altar pode estar no centro do santuário, ou contra a parede oposta à entrada do santuário, ou em frente do templo do santuário. Se houver um templo, ele normalmente tem a porta voltada para o leste e tem a imagem divina na ponta oeste, embora a orientação possa variar. O santuário pode ser devotado a mais de um Deus e pode conter vários altares.[12]

 

vij. O Tabu do Ferro:

De acordo com a tradição romana, o ferro não deve ser usado para implementos rituais ou para qualquer outro propósito no santuário; se ele tiver que ser usado, um piaculum (sacrifício feito em pedido de desculpas, Gr. katharmon) é aconselhável.[13]

 

viij. O Fogo:

O fogo do altar (Gr. hestía, Lat. focus) deve ser puro e inviolado pela morte ou outras poluições (míasma). Se o fogo tiver sido violado/maculado, então um novo fogo deve ser obtido da lareira.[14]

 

ix. Pompê (A Procissão):

A procissão deve acompanhar o sacrifício até o altar, no qual, preferivelmente, uma donzela (a kanêphóros, ou portadora da cesta) carrega na sua cabeça uma cesta com a faca (Gr. sphagís, Lat. secespita, culter) ou outro implemento ritual ocultado sob grãos de cevada ou bolos/tortas. Ela ou outra pode carregar um vaso ou tigela de água lustral. A procissão pode ser acompanhada por música (especialmente a música dos aulos, um instrumento de sopro), cânticos, tochas e incenso (Gr. libanôtos, Lat. tus). (No ritual romano, o sacerdos (sacerdote/tisa) carrega a faca em seu cinto.)[15]  

 

x. Perierkhesthai (Circumambular):

O círculo sagrado deve ser marcado, e o Sacerdote (Gr. Hiereús, Lat. Sacerdos), Sacerdotisa (Gr. Hiéreia, Lat. Sacerdos), ou quem estiver dirigindo o ritual, deve dizer:

"Tragam os objetos sagrados em torno do altar."
A cesta contendo os implementos sagrados e uma tigela de água lustral deve ser carregada para a direita em torno do altar, do sacrifício e dos outros participantes. Isso irá delimitar o sagrado do profano.[16] Enquanto a Circumambulação se realiza, uma invocação como esta deve ser recitada:
"Circulamos este lugar para criar um espaço sagrado,
invocando dos céus a graça divina
que os deuses protejam de luz este chão consagrado
e guardem nosso rito solene este dia.
Que céus e terras se unam agora
com os laços do poder divino
que o medo e a discórdia vão embora
e a paz prevaleça neste recinto.

Que as palavras sejam fato neste decreto,
Como foi dito, assim deve ser feito".
(Sit verbum factum hoc decreto.
Ut dictum est, sic statim fiat!)

O santuário é então consagrado por palavras sagradas e se torna um fanum (Gr. hierón). Quando a circumambulação estiver completa, o sacerdote pode declarar:[17]
"Hékas, hékas, éste bébêloi!" (grego)
"Procul, o procul, este profani!" (latim)
Vá embora, tudo o que não for sagrado!
Todos então ficam parados de pé em volta do altar (em um semicírculo, se um círculo não for possível). Normalmente o sacerdote deve ficar de pé à direita do altar (da sua perspectiva), de frente para o leste, com o templo (se houver um) atrás de si. Um assistente segurando o incensório (Gr. thumiatêrion, Lat. acerra, turibulum) deve ficar do mesmo lado; outros assistentes ficam à esquerda ou atrás. Se o santuário for permanente, então é melhor que os participantes (que não o sacerdote) esperem do lado de fora do círculo sagrado até que eles possam ser purificados quando entrarem (passo xij abaixo). [18]

 

xi. Arkhesthai (Começar):

O sacerdote deve pegar um galho do fogo sagrado do altar e mergulhá-lo na água lustral (Gr. khérnips, Lat. aqua lustralis); isso consagra a água, tornando-a húdôr theíon (do grego, água sagrada) ou aqua igne sacra inflammata (do latim, água inflamada pelo fogo sagrado).[19]

 

xij. Kherniptesthai (Purificar-se com a Água Sagrada):

Os adoradores passam pela purificação (Gr. khérnibes, Lat. lustratio); eles podem mergulhar suas mãos na khernips, ou ela pode ser vertido sobre as mãos de cada um por vez; elas depois são enxugadas em panos de linho.[20] A água consagrada deve também ser aspergida sobre o altar, o sacrifício, e sobre aqueles que oferecem o sacrifício; para esse propósito, um aspergillum (Gr. perirrantêrion) ou a lenha do fogo podem ser usados.[21]

 

xiij. Katarkhesthai (Começar o Sacrifício):

Cada participante deve tomar uma mão cheia de aveia de cevada torrada (oulai, oulokhutai) ou milho de cevada salgado ou pedaços de torta salgada (Gr. maza, Lat. mola salsa) da cesta (oulokhoeion).[22] O sacerdote ou o gritador/clamador devem pedir por silêncio:[23]

"Euphêmeíte!" (grego: Não falem mal! Quietos!):
"Favete linguis!" (latim: Segurem suas línguas!):
"Silêncio!"
A música, porém, pode continuar.[24]

Se o sacrifício estiver sendo feito no estilo romano, os sacerdotes devem cobrir suas cabeças com seus capuzes ou com as dobras de suas togas.[25]

 

xiv. A Prece (Litê ou Preces):

O sacerdote deve virar para a direita e ficar de frente para a imagem sagrada do Deus (i.e., na direção do templo, se houver um). Para os Deuses Olimpianos, o sacerdote deve erguer seus braços ao céu com as palmas voltadas para cima. Para os Deuses marítimos ele deve estender suas mãos horizontalmente para o mar. Suas palmas são voltadas para baixo se forem os Deuses do submundo, mas há medidas especiais para Eles.[26] O sacerdote deve recitar a prece, invocação, desejo ou voto, o qual deve ser feito cerimonialmente e ressonantemente.[27] Quando se dirige aos Deuses é comum adicionar Seus epítetos e concluir com uma fórmula como "ou por qualquer outro nome que Te agrada seres chamado." Essa é uma prece típica (Gr. litê, Lat. preces):

"Deméter Chloê (Verdor), Perséfone Korê (Donzela), Vós Thesmophoroi (Portadores/as dos Tesouros) e todos Vós Deuses, recebam estas ofertas porque Vós me tendes concedido muitos favores, e como uma expressão de ação de graças por me concederdes orientação através de presságios. E eu abundantemente retribuo-vos gratidão, por eu ter sido sensível a Vosso cuidado e proteção, e porque, no curso de minha prosperidade, eu nunca fui exaltado acima do que vem a ser mortal. Eu Vos imploro agora para que forneçais toda a felicidade às minhas crianças, minha esposa, meus amigos, e meu povo; e para mim mesmo, que eu possa morrer como eu sempre tenho vivido."[28]
A prece deve ser recitada perfeitamente; se houver um erro (vitium), o sacrifício inteiro deve ser repetido (chamado de instauratio), junto com um katharmon ou piaculum (uma oferta adicional como pedido de desculpas).[29]

Na prece romana, especialmente em extrema necessidade, a gente coloca a mão direita nos lábios, se vira completamente dando a volta para a direita e cai de joelhos ou se prostra, segurando no altar ou na imagem do Deus. Quando ao ar livre, de frente para o leste; quando em ambiente fechado, de frente para o santuário.[30]

 

xv. Oulokhuteisthai (Arremessar Cevada):

Na conclusão da prece, todos devem jogar suas aveias/trigos no altar, no sacrifício e na terra (immolare, arremessar o mola). Eles devem dizer

Macte hoc [mola et] vino et ture esto.
Sê tu abençoado pela [cevada], vinho e incenso.
enquanto espalharem vinho, incenso e cevada.[31]

 

xvi. Aparkhesthai (Começar o Corte do Sacrifício):

O instrumento do sacrifício deve ser descoberto, o qual o sacerdote deve segurar e ocultar.[32]

Uma pequena peça deve ser cortada do objeto de sacrifício e queimada no fogo. Uma libação (normalmente de vinho e água) pode ser vertida no altar ou no sacrifício usando uma patera (prato raso) segurada na mão direita com a palma erguida para cima; a patera é (então) inclinada para frente.[33]

 

xvij. Preparação para o Sacrifício:

O silêncio é mais uma vez garantido, e a música (especialmente dos aulos) pode começar novamente.[34]

 

xviij. O Ololuguê (Grito Ritual):

Se mulheres estiverem presentes no sacrifício, elas devem erguer um grito agudo, como um trinado de flauta, "ololololololo... lug EI!" quando o corte é feito. (Este é o grito tradicional pelo qual as mulheres invocam os Deuses, e pode ser uma imitação do grito de uma pequena coruja, talvez re-convocando as bruxas do Mediterrâneo, as "mulheres-coruja" - do grego strix, do latim striga. A palavra latina para fazer o ololugê é ululo, a qual é também a origem de ulula, outra palavra para coruja.[35])

 

xix. O Corte:

O cultrarius (o que segura a faca), se for diferente do sacerdote, pode perguntar, "Agone?" (Eu desfiro?). Quando o sacerdote disser "Hoc age!" (Desfira!), o sacrifício deve ser cortado com um único golpe. O corte deve ser limpo (completo), ou o sacrifício não é considerado de bom augúrio.[36]

 

xx. Apresentação no Altar:

O corte deve ser feito de tal forma que os pedaços do sacrifício caiam no altar, ou ele também pode ser cortado ou quebrado em uma tigela, a qual deve ser então esvaziada no altar.[37] O sacerdote pode dizer algo como isto [38]:

Vejam! O corte foi feito!
O grão deve ser cortado ao chão para polvilhar;
as uvas são esmagadas para fermentarem ao vinho;
um animal deve morrer para que possamos comer sua carne.
Assim a vida é construída em vida pelas leis da Natureza.
As coisas da vida são passadas para nós por eles,
e nós as retribuímos quando chega a nossa hora.

 

xxi. Inspecionando o Sacrifício:

O sacrifício deve ser inspecionado para garantir de que também está perfeito por dentro; se algum defeito for encontrado (especialmente na parte a ser dada aos Deuses), o sacrifício deve ser repetido.[39]

 

xxij. Sacrifício a Héstia:

O sacerdote deve dizer, "Nós sempre começamos contigo, Héstia" ("Vesta," para o ritual romano), e queimar uma porção pequena do sacrifício no fogo do altar; bolo/torta, incenso e vinho podem ser acrescentados.[40]

 

xxiij. Experimentando o Sacrifício:

O resto do sacrifício deve ser cortado, e o sacerdote e um círculo interno de participantes devem experimentar um pedacinho do sacrifício.[41]

 

xxiv. Oferendas:

Partes, especialmente partes não comestíveis, do sacrifício devem ser queimadas no fogo do altar para os Deuses, ou ao menos erguidas para os Deuses as verem. Ofertas de comidas, tais como bolos/tortas, caldos, vinho e incenso (especialmente olíbano*) podem também serem queimados nesse momento.[42]  *olíbano (frankincense) = incenso extraído de plantas Burseráceas. Boswellia thurifera. Sua cor varia de incolor a amarelo pálido e seu aroma é penetrante, fresco e ligeiramente acanforado. (NT)

O sacerdote e outros podem dizer "Hílathi" (Sê Tu propício), "Hílate (Sede Vós propícios), ou "Seja benigno" enquanto fazem suas ofertas.[43] Em latim a gente poderia dizer "Propitius/a esto" (Sê Tu propício) ou  "Propitii estote" (Sede Vós propícios).

Quando o incenso é ofertado, uma prece como esta pode ser recitada:

Nós queimamos doce incenso para os Deuses acima,
para levar às alturas do Olimpo nossas preces,
ascendendo na direção do céu esses fragrantes ares.
Nós pedimos Suas bênçãos, força, amor e guia.

 

xxv. Libações:

Libações de vinho ou olho devem ser vertidas no altar, e é considerado muito de bom augúrio se o fogo crepitar, porque isso é um sinal da presença do Deus. Libações podem ser acompanhadas com gritos de "Spondê!" (do grego, pronuncia-se spon-DEI) ou "Libatio!" (do latim, pronuncia-se li-BÁ-ti-o): Oferta líquida! Libação![44]

 

xxvi. Libação Final para Héstia:

Os ritos se concluem quando se faz uma última libação a Héstia [45]. O sacerdote diz, "Nós sempre finalizamos contigo, Héstia."

 

xxvij. Prece Final:

As ofertas podem ser seguidas por uma prece final como esta:

Nós agradecemos a Vós Deuses por conosco estardes aqui,
para em perfeito amor e confiança Vossos ritos manterdes.
Retornai a Vossos amplos salões, se Vós tiverdes que ir,
ou ficai por aqui e compartilhai conosco deste banquete.
O sacerdote declara o formal término do sacrifício, dizendo:[46]
Hierá eisi téleia. (Gr., Os ritos estão completos.)
Ilicet. (Lat., Podem ir; está feito.)
Os Ritos estão feitos.

 

xxviij. O Banquete Sagrado:

A refeição sagrada (Gr. hestíasis, euôkhía, Lat. epulum) deve continuar enquanto o fogo do altar for extinguindo. A comida pode ser assada ou cozida, se necessário, no altar ou em outro fogo. O banquete deve ser acompanhado com música alegre e dança. Normalmente, toda a comida deve ser consumida nos limites territoriais sagrados ou deixada para os Deuses. Se isso não for possível, então os celebrantes podem levá-la para asa, deixá-la com o sacerdote ou dá-la a pessoas pobres. [47] Também é apropriado haver jogos e competições (Gr. agônes, Lat. ludi) de todas as espécies, em honra dos Deuses.


Normas de Pronunciação

O Sacrifício Neoclássico inclui várias palavras e frases da prática ritual antiga. Na maioria dos casos, elas são dadas no grego, latim e português. Cada sacerdote deve decidir, baseado em sua experiência e também no seu conhecimento dos outros participantes, qual o equilíbrio usar entre o português, que é imediatamente compreensível, e palavras antigas imbuídas de poder através da prática antiga pagã. Um compromisso razoável é dizer a palavra ou frase duas vezes, em português e em uma das línguas antigas. A seguir, há normas para uma razoavelmente autêntica pronunciação antiga.

Grego Antigo

A erudição contemporânea estabeleceu a seguinte pronúncia para o Grego Antigo, transcrita aqui em alfabeto romano (veja também A Brief Guide to Ancient Greek Pronunciation). Vogais: a = o (como em "nó"), e = ei (como em "rei"), ê = e longo, i = i, o = ó, ô = o longo (como em "ou"), u = ü (como o 'ü' alemão ou o 'y' espanhol), au = áu ("mau"), ei = ei longo, eu = eu, oi = ói ("rói"), ou = u ("luva"). Consoantes: a maioria é como no português, com as seguintes exceções: kh (ou ch) = k aspirado (como no "loch" escocês e o "ich" alemão), ph = p aspirado (como alternativa, um f), th = t aspirado (como alternativa, o th inglês, como "thigh"), z = dz, o 'r' é enrolado. Em muitos casos, a sílaba tônica (que deve ser num tom mais alto) é marcada com acento (á etc.); se não for, a sílaba com a vogal circunflexa (p.e. ê) normalmente é a tônica; isto talvez seja o melhor que pode ser dito em uma transcrição romana simples sobre o grego antigo.

Latim

Vogais e consoantes são em geral pronunciadas como nas línguas românicas modernas, como o italiano ou o espanhol. Porém, note que - no latim clássico - o 'c' 'g' e 't' são sempre duros (como o "tio" nordestino), o 'r' é enrolado, e o 'v' é igual o 'w' inglês. A tônica será a segunda sílaba do final pro começo (ou seja, a penúltima) se ela for longa (ou se houver apenas duas sílabas), caso contrário, será a terceira (antepenúltima).

Notas

  1. Fairbanks 98; Nilsson, Greek Folk Religion 74-5.
  2. Symposium 188b5-c2.
  3. Burkert GR 56; Fairbanks 100; Ogilvie 47; Guhl & Koner 285; Ramsay 167.
  4. Fairbanks 89.
  5. Ogilvie 48.
  6. Fairbanks 89.
  7. Fairbanks 89.
  8. Burkert GR 56; Fairbanks 100.
  9. Fairbanks 103; Guhl & Koner 284.
  10. Lawson, Modern Greek Folklore and Ancient Greek Religion 336-7; Burkert HN 8.
  11. Burkert GR 87-8; Fairbanks 69.
  12. Burkert GR 87-8; Laing, Survivals of Roman Religion 191.
  13. Laing, op. cit. 219-20.
  14. Fairbanks 100.
  15. Burkert GR 56; Burkert HN 4; Guhl & Koner 537.
  16. Burkert GR 56; Burkert HN 4; Fairbanks 100; Aristophanes Peace 956-7; Euripides Iphigen. Aulis 1568.
  17. Ogilvie 47; Guhl & Koner 545; Ramsay 157-8.
  18. Burkert GR 87; Ogilvie 51; Guhl & Koner 544.
  19. Burkert GR 77; Fairbanks 100.
  20. Burkert GR 56, 77; Fairbanks 100; Ogilvie 47; Ramsay 167.
  21. Burkert GR 56; Fairbanks 100.
  22. Burkert GR 56; Fairbanks 101; Laing, Survivals of Roman Religion 166; Guhl & Koner 283-4; Burkert HN 4.
  23. Ogilvie 48; Burkert HN 4.
  24. Ogilvie 48.
  25. Ogilvie 48.
  26. Burkert GR 56, 75; Ogilvie 48; Guhl & Koner 283.
  27. Burkert GR 56.
  28. Adapted from a prayer attributed to Cyrus in Xenophon, Cyropaedia 8.7.3.
  29. Ogilvie 48, 51.
  30. Ramsay 165.
  31. Burkert GR; Burkert HN 4; Fairbanks 101; Ramsay 167.
  32. Burkert GR 56.
  33. Fairbanks 101; Ogilvie 48; Ramsay 167-8.
  34. Fairbanks 101.
  35. Burkert GR 56, 74; LSJ s.v. ololugaios, strix; OCD s.v. striga.
  36. Ogilvie 48.
  37. Burkert GR 56; Burkert HN 5; Ogilvie 49.
  38. Burkert HN 45.
  39. Fairbanks 102; Ogilvie 49.
  40. Nilsson, Greek Folk Religion 75; Ramsay 167.
  41. Burkert GR 57; Fairbanks 101.
  42. Burkert GR 57, 62; Fairbanks 103.
  43. Lawson, Modern Greek Folklore and Ancient Greek Religion 336.
  44. Burkert GR 57, 61, 71.
  45. New Larousse Encyc. Myth. 136.
  46. Fairbanks 120; Ramsay 167.
  47. Burkert GR 57; Fairbanks 102; Ogilvie 50; Guhl & Koner 545.

Referências

  1. Burkert, Walter. Greek Religion, Cambridge: Harvard Univ. Press, 1985.
  2. Burkert, Walter. Homo Necans: The Anthropology of Ancient Greek Sacrificial Ritual and Myth, Univ. of California Press, 1983.
  3. Fairbanks, Arthur. A Handbook of Greek Religion, New York: American Book Co., 1910.
  4. Guhl, E., & Koner, W. The Life of the Greeks and Romans, London: Chatto & Windus, 1877.
  5. Ogilvie, R. M. The Romans and Their Gods in the Age of Augustus, New York: Norton, 1969.
  6. Ramsay, William. An Elementary Manual of Roman Antiquities, 10th ed., London: Charles Griffin & Co., n.d.

Retirado da Biblioteca Arcana
Last updated: Sun Dec 12 16:57:13 EST 1999
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