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Top 6 - 2009

19/03/2009:
"Templo de Artemis descoberto em Skopelos" (por Maria Pitzaleou, da Ethnos Online) - RESUMO: Restos do local de culto de uma deidade feminina, provavelmente Artemis, foram descobertos no Asclepieion de Peparithou, ao sul de Skopelos, e é o mais antigo das Ilhas Esporades. No último ano, os arqueólogos trouxeram à luz a maioria do pórtico sul, estátuas de mármore principalmente de crianças pequenas, muitos fragmentos de cerâmica ateniense e moedas do século V, assim como telhas que carregam selos com o nome de Asclépio. Imagem do sítio:



23/07/2009:
"Arqueólogos descobrem santuário às ninfas na Bulgária" (por Balkan Travellers) - RESUMO: Um santuário onde se fazia culto às ninfas na antiguidade foi descoberto perto de Nicópolis, no antigo sítio de Istrum, Bulgária central. Pavlina Vladkova, líder da equipe de arqueólogos, disse que "Até agora, o único testemunho de culto às ninfas em Nicópolis de Istrum costumava ser imagens em moedas feitas no século II sob o governo do imperador romano Septimius Severus, assim como inscrições antigas". O culto às ninfas pode remontar à Grécia Antiga, onde as míticas criaturas femininas eram normalmente parte do séquito de um deus. O santuário foi descoberto por acaso: trabalhadores se depararam com restos arqueológicos enquanto instalavam um cano/bomba d'água para o vilarejo de Resen. Foto do local das escavações:



29/08/2009:
"Antigo tesouro em ouro intriga arqueólogos gregos" (por Nicholas Paphitis, da Associated Press) - RESUMO: Descoberta uma coroa de folhas dourada enterrada com ossos humanos em um vaso de cobre enorme e com tampa, cheio d'água, de cerca de 2.300 anos de idade. Ela foi encontrada nas ruínas da antiga Aigai, primeira capital da antiga Macedônia. Coroa de ouro normalmente pertenciam aos nobres, e esta parecia ter sido removida de um túmulo e enterrada no mercado central (público e sagrado). O achado data de provavelmente do século IV AEC, durante o qual Filipe e Alexandre reinaram. Imagens fornecidas pela 'Aristotle University of Thessaloniki':



18/09/2009:
"Apolo e Artemis Encontrados no Actium" (por N.Kontarou-Rassias, do jornal Eleutherotypia) - RESUMO: Encontradas duas cabeças de estátuas de cerca de 3.5 metros em um templo de Apolo, na Grécia, durante escavações. São de mármore banco pentélico da maior qualidade. O templo de Apolo Aktion existiu no século VII AEC. Especula-se que as cabeças sejam de estátuas de Apolo e Ártemis. Imagem da equipe de arqueologia do professor Trintis Isminis:



13/10/2009:
"Templo de Nêmesis em Smyrna" (pelo site Hürrivet) - RESUMO: Descoberto traços de templo à deusa da retribuição divina, Nêmesis, durante escavações na ágora de Smyrna (Ízmir, em turco), no Egeu. Acredita-se que o templo está abaixo de um prédio de ensino médio da Anatólia, e espera-se desenterrá-lo nos próximos anos. A cidade da Ágora foi construída durante o reinado de Alexandre, e tinha um altar a Zeus no centro. Faustina, esposa de Marco Aurélio, reconstruiu a cidade depois de um terremoto em 178 EC. As estátuas a Poseidon e Deméter que haviam na ágora estão no museu de Smyrna. Imagem do local:



26/12/2009:
"Sacerdotisas da Idade do Ferro em Creta" (por Eti Bonn-Muller, do Archaelogical Institute of America) - RESUMO: Os restos de quatro mulheres de 7 a 70 anos foram escavados em uma construção funerária do século VIII AEC na necrópole de Orthi petra, na Eleutherna. O chão tinha tiras de ouro e as mulheres estavam cercadas de vasos e imagens de bronze, jóias de ouro, prata, vidro, mármore, e pedras semipreciosas importadas da Ásia e África, mais um altar de pedra, lâminas rituais de bronze e uma taça rara de libações. Isso indicaria que elas desempenhavam um papel importante na vida religiosa de Eleutherna. A mais velha deveria ser uma alta sacerdotisa e as outras suas protegidas, sendo que elas compartilhavam um traço dentário genético, à semelhança de 12 mulheres encontradas perto dali ano passado, também com esse traço. Trata-se de mulheres de alta posição social e com uma poderosa matrilinearidade que não foi rompida por pelo menos 200 anos, o que mostra que o período provavelmente tem sido erroneamente chamado de Idade das Trevas. Imagem cortesia do Professor N. Ch. Stampolidis:


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